quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Anita Garibaldi - uma pessoa extraordinária e orgulho para todos os catarinenses

Anita Garibaldi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Anita Garibaldi
Anita Garibaldi, a heroína dos dois mundos
Nome completoAna Maria de Jesus Ribeiro
Nascimento30 de agosto de 1821
LagunaReino do Brasil
Reino de Portugal Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves
Morte4 de agosto de 1849 (27 anos)
RavennaItália
NacionalidadeImpério do Brasil Brasileira
Ana Maria de Jesus Ribeiro, mais conhecida como Anita Garibaldi (Laguna30 de agosto de 1821 — RavennaItália4 de agosto de 1849) foi a companheira do revolucionárioGiuseppe Garibaldi,[1] conhecida como a "Heroína dos Dois Mundos".

A controvérsia sobre o local de nascimento[editar | editar código-fonte]

Alguns estudiosos alegam que Anita Garibaldi teria nascido em Lages, que na cúria metropolitana daquela cidade estaria o registro dos irmãos mais velho e mais novo dela, e que teria sido retirada do livro a folha do registro de Ana Maria de Jesus Ribeiro. Em 1998, entidades representativas da sociedade civil de Laguna promoveram uma ação judicial para obter o registro de nascimento tardio de Anita Garibaldi. A ação tramitou na primeira vara da comarca de Laguna, sendo instruída com diversos documentos que comprovariam que Anita nasceu no município de Laguna. Assim, em 5 de dezembro de 1998, proferiu-se:
"Ante o exposto, julgo procedente o pedido inicial, a fim de determinar o registro de nascimento de Ana Maria de Jesus Ribeiro, nascida em 30 de agosto de 1821, na cidade de Laguna, filha de Bento Ribeiro da Silva, natural de São José dos PinhaisParaná, e de Maria Antônia de Jesus Antunes, natural de Lages, Santa Catarina, sendo seus avós paternos Manuel Collaço e Ângela Maria da Silva e avós maternos Salvador Antunes e Quitéria Maria de Sousa, o que faço embasado no artigo 50, § 4º combinado com o 52, § 2º, da Lei n.º 6.015/73." (Ação de Registro de Nascimento Tardio n.: 040.98.000395-4).
As pessoas que reivindicaram a exata data do nascimento de Anita se baseiam em provas fornecidas por autores, como Wolfgang Ludwig Rau, tal como mostra o jornal Página do Gaúcho.

Vida familiar e primeiro casamento[editar | editar código-fonte]

Casa de Anita Garibaldi em Laguna - SC
Anita Garibaldi, descendente de portugueses imigrados dos Açores à província de Santa Catarina no século XVIII, provinha de uma família modesta.[2] O pai Bento era comerciante emLages e casou-se com Maria Antônia de Jesus. Anita era a terceira de 10 filhos (6 meninas e 4 meninos).[1]
Após a morte do pai e o casamento da irmã mais velha, Anita cedo teve que ajudar no sustento familiar e, por insistência materna, casou-se, em 30 de agosto de 1835, aos 14 anos, com Manuel Duarte de Aguiar,[1] na Igreja Matriz Santo Antônio dos Anjos da Laguna. Depois de somente três anos de matrimônio, o marido alistou-se no exército imperial, abandonando a jovem esposa.

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Durante a Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos, o guerrilheiro italiano Giuseppe Garibaldi, a serviço da República Rio-Grandense, participa da tomada do porto de Laguna, na então província de Santa Catarina, onde conheceu Anita,[3] que se apaixonou e decidiu lutar pela independência gaúcha e de outros territórios. Eles ficaram juntos pelo resto da vida de Anita, que seguiu Garibaldi em seus combates em Santa Catarina, Rio Grande do SulUruguai (Montevidéu) e Itália. Eles tiveram quatro filhos.

O encontro com Giuseppe Garibaldi[editar | editar código-fonte]

Anita tinha 18 anos quando encontrou-se com Giuseppe Garibaldi. Ele tinha 32 anos. Garibaldi tomava parte das tropas farroupilhas de Davi Canabarro, em julho de 1839, que chegaram para tomar Laguna e formar aRepública Juliana.[1]
Ao chegar a Laguna, a bordo da embarcação "Itaparica", tomada do inimigo e armada com sete canhões, Garibaldi observava com uma luneta as casas da barra de Laguna. Observou então, em um grupo de moças que passeava, uma jovem cujo rosto conquistou sua imaginação e seu coração. Providenciou um barco, foi até a margem e depois até o local onde a tinha visto, porém não a encontrou.[1]
Tinha perdido a esperança de encontrá-la, quando um habitante local o convidou a ir a sua casa para um café. Garibaldi aceitou e na casa encontrou a jovem que procurava. Assim Garibaldi relata o encontro em suas memórias: "Entramos, e a primeira pessoa que se aproximou era aquela cujo aspecto me tinha feito desembarcar. Era Anita! A mãe de meus filhos! A companhia de minha vida, na boa e na má fortuna.[2] A mulher cuja coragem desejei tantas vezes. Ficamos ambos estáticos e silenciosos, olhando-se reciprocamente, como duas pessoas que não se vissem pela primeira vez e que buscam na aproximação alguma coisa como uma reminiscência.[2] A saudei finalmente e lhe disse: 'Tu deves ser minha!'. Eu falava pouco o português, e articulei as provocantes palavras em italiano. Contudo fui magnético na minha insolência. Havia atado um nó, decretado uma sentença que somente a morte poderia desfazer. Eu tinha encontrado um tesouro proibido, mas um tesouro de grande valor."[1]
Em 20 de outubro de 1839, Anita decide seguir Garibaldi, subindo a bordo de seu navio para uma expedição militar.[1]
Em Imbituba recebeu o batismo de fogo, quando a expedição corsária foi atacada pela marinha imperial do Brasil. Dias depois, em 15 de novembro, Anita confirma sua coragem sem fim e seu amor heroico a Garibaldi na famosa batalha naval de Laguna, contra Frederico Mariath, na qual se expõe a grande risco de morte, atravessando uma dúzia de vezes a bordo da pequena lancha de combate para trazer munições em meio a uma verdadeira carnificina. Anita também combateu ao lado de Garibaldi em Santa Vitória. Depois passou o Natal de 1839 em Lages.[1]

Batalha de Curitibanos[editar | editar código-fonte]

Monumento em homenagem a Anita, noJanículo em Roma. O escultor Rutelli retratou a fuga de Mostardas nesse monumento.
Em 12 de janeiro de 1840, Anita participou da Batalha de Curitibanos, na qual foi feita prisioneira.[1] Durante a batalha, Anita provia o abastecimento de munições aos soldados.[3] O comandante do exército imperial, admirado de seu temperamento indômito, deixou-se convencer a deixá-la procurar o cadáver do marido, supostamente morto na batalha. Em um instante de distração dos guardas, tomou um cavalo e fugiu. Após atravessar a nado com o cavalo o rio Canoas,[1] [3] chegou ao Rio Grande do Sul, e encontrou-se com Garibaldi em Vacaria, oito dias depois.
Em 16 de setembro de 1840, nasceu no estado do Rio Grande do Sul, na então vila e atual cidade de Mostardas o primeiro filho do casal, que recebeu o nome de Menotti Garibaldi, em homenagem ao patriota italiano Ciro Menotti.[3] Doze dias depois, o exército imperial, comandado por Francisco Pedro de Abreu, cercou a casa para prender o casal, e Anita fugiu a cavalo com o recém-nascido nos braços e alcançou um bosque aos arredores da cidade, onde ficou escondida por quatro dias, até que Garibaldi a encontrou.[1]

No Uruguai[editar | editar código-fonte]

Em 1841, quando a situação militar da República Riograndense tornou-se insustentável, Garibaldi solicitou e obteve do general Bento Gonçalves a permissão para deixar o exército republicano.[2] Anita, Giuseppe e Menotti mudaram-se para Montevidéu, no Uruguai, receberam um rebanho de 900 cabeças de gado, das quais, depois de 600km de marcha, 300 chegaram a Montevidéu, em junho de 1841.[4]
No Uruguai, em 1842, dois anos e meio após seu encontro, o casal legalizou sua união, na igreja de São Francisco de Assis, em Montevidéu. A certidão de casamento era exigida pela constituição do Uruguai a quem aspirava cargos públicos. Garibaldi foi indicado comandante da pequena frota uruguaia, que combatia a potente esquadra naval argentina, comandada pela almirante William Brown.[1]
No Uruguai nasceram os outros três filhos do casal: Rosa (1843), Teresa (1845) e Ricciotti Garibaldi (1847). Rosa faleceu aos dois anos de idade por asfixia, por causa de uma infecção na garganta, o que fez Anita e Garibaldi sofrerem muito.
Em 1846, Garibaldi tentou enviar Anita e as crianças para longe, para Nice para ficarem com sua mãe, mas obteve um parecer negativo do Ministério dos Negócios Estrangeiros do rei Carlos AlbertoSolaro della Margarita, em junho de 1846.[5] Mais tarde, com os legionários italianos planejando voltar para casa, e graças ao recolhimento de fundos organizado, entre outros por Stefano Antonini, Anita, com seus três filhos e outros familiares dos legionários partem finalmente em janeiro de 1848, em um barco com destino a Nice, onde foram confiados por um tempo sob os cuidados da família de Garibaldi.[2]

Na Itália[editar | editar código-fonte]

Garibaldi e Anita buscam refúgio em San Marino.
Em 1847, Anita foi para a Itália com os três filhos e encontrou-se com a mãe de Garibaldi. Elas depois viajaram para a cidade de Nizza, (atual Nice, na França), onde ficaram morando. O próprio Garibaldi reuniu-se a eles alguns meses depois, quando voltaram à Itália. Os filhos de Anita e Garibaldi ficaram na França com a mãe dele.
Em 9 de fevereiro de 1849, presenciou com o marido a proclamação da República Romana, mas a invasão franco-austríaca de Roma, depois da batalha no Janículo, obrigou-os a abandonar a cidade. Com 3 900 soldados (800 deles a cavalo), Garibaldi deixou Roma. Em sua perseguição saíram três exércitos (francesesespanhóis e napolitanos) com quarenta mil soldados. Ao norte lhes esperava o exército austríaco, com quinze mil soldados. Anita e o marido tinham que enfrentar a guerra e lutar para salvar o território italiano. Mesmo grávida do 5º filho, ela enfrentou tudo até o fim.
Garibaldi e Anita, ferida, fogem deSan Marino, 1849 (quadro de anônimo, século XIX)
Foto de Anita na Itália
Anita, no final da gravidez, tentou não ser um peso para o marido, querendo deixá-lo despreocupado para lutar sozinho na guerra, em que ela poderia ir morar com a mãe dele, como seus filhos moravam, mas suas condições de saúde pioraram quando atingiram a República de San Marino. Ela e Garibaldi decidiram não aceitar o salvo-conduto oferecido pelo embaixador americano e continuaram a fuga, pois não teriam como lutar contra milhares de soldados e se fossem presos, morreriam na cadeia. Com febre e perseguida pelo exército austríaco, foi transportada às pressas à fazenda Guiccioli, próximo a Ravena, onde morreu junto com a criança, em 4 de agosto de 1849, para desespero de Garibaldi.
Caçado pelos austríacos, sem nem sequer poder acompanhar o sepultamento da esposa, Garibaldi saiu outra vez para o exílio e nos dez anos em que esteve fora da Itália, os restos mortais de Anita foram exumados por sete vezes. Por vontade do marido, seu corpo foi transferido a Nice.
Em 1932, seu corpo foi finalmente sepultado no monumento construído em sua homenagem no Janículo, em Roma.[2]

O legado de Anita[editar | editar código-fonte]

Busto de Anita Garibaldi, emBelo Horizonte.
Considerada, no Brasil e na Itália, um exemplo de dedicação e coragem, Anita foi homenageada pelos brasileiros com a designação de dois municípios, ambos no estado de Santa CatarinaAnita Garibaldi e Anitápolis. Muitas cidades brasileiras possuem também ruas e avenidas com seu nome, como a avenida Anita Garibaldi, emSalvadorBahia. Em abril de 2012 foi sancionada a Lei 12.615 que determinou que seu nome fosse inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, depositado no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília.[6]

Representações na cultura[editar | editar código-fonte]

Na minissérie A Casa das Sete Mulheres, de Maria Adelaide Amaral e Walther Negrão, transmitida pela Rede Globo, em 2003, Anita Garibaldi foi interpretada por Giovanna Antonelli, enquanto que Giuseppe Garibaldi foi interpretado por Thiago LacerdaCamila Morgado fez o papel de Manuela de Paula Ferreira.[7]
No cinema, em Garibaldi in America, o papel de Anita foi interpretado por Ana Paula Arósio, com estréia prevista para o ano de 2012.[8] Na literatura brasileira, no romance [Anita], de Flávio Aguiar (São Paulo: Boitempo Editorial, 1999), prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro (2000).

Referências

  1. ↑ Ir para:a b c d e f g h i j k l Giuliani, Isidoro. Anita Garibaldi: vita e morte (em italiano). 1 ed. Mandriole: Parrocchia di Mandriole - Ravenna, 2001. 96 p. 1 vol. Página visitada em 30 de agosto de 2012.
  2. ↑ Ir para:a b c d e f Anita Garibaldi (em português) Enciclopédia Mirador Internacional UOL - Educação. Visitado em 30 de agosto de 2012.
  3. ↑ Ir para:a b c d DUMAS, pai, Alexandre. Memórias de Garibaldi (em Português). 1 ed. Porto Alegre: L&PM, 2000. Capítulo: 33. , 354 p. 1 vol. ISBN 85-254-1071-3 (24/01/2012)
  4. Ir para cima SCIROCCO, Alfonso. Garibaldi. Battaglie, amori, ideali di un cittadino del mondo, Editori Laterza, 2009. ISBN 978-88-420-8408-2. (em italiano)
  5. Ir para cima Scirocco, p. 122.
  6. Ir para cima BRASIL. Lei 12.615 de 30 de abril de 2012. Visitado em 13 de maio de 2012.
  7. Ir para cima A Casa das Sete Mulheres, Memória Globo, Globo.com.
  8. Ir para cima Página do filme Garibaldi in America.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • BANDI, Giuseppe. Anita Garibaldi(1889).
  • BRYANT, Dorothy. Anita, Anita: Garibaldi of the New World(1993)
  • DUMAS pai, Alexandre. Memórias de Garibaldi (1861, 1931)
  • FRONTANI, Alessandra & PASQUINELLI, Chiara . Garibaldi innamorato .Firenze, Edizioni Polistampa, 2009. 200pp
  • GIULIANI, Isidoro & FOGLI, Antonio. Anita Garibaldi: vita e morte (life and death). Marcabò (2001)
  • LAMI, Lucio. Garibaldi e Anita: Corsari (1991).
  • MARASCO, Giuseppe. L'Amazzona Rossa (1982).
  • MARKUN, Paulo. Anita Garibaldi: uma heroína brasileira. 4ª edição, São Paulo, Senac, 2000.
  • MARKUN, Paulo. Anita Garibaldi: uma heroína brasileira. 5ª edição, São Paulo, Senac, 2003. Ed. eletrônica parcial (5 ª ed)
  • SERGIO, de Lisa. I am my beloved: The Life of Anita Garibaldi (1969).
  • SIERRA, Julio A.Anita Garibaldi: Guerrillera en América del Sur, Heroína de la Unidad Italiana (2003).
  • VALERIO, Anthony. Anita Garibaldi: A Biography (2000).
  • WERNER, A. (trad.) Autobiografia de Giuseppe Garibaldi (1971, 1889).
  • ZUMBLICK, Walter. Aninha do Bentão, (1980).

Ver também[editar | editar código-fonte]

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Carta Maior entrevista Michel Lowy





Publicado em 4 de out de 2014
Por ocasião do lançamento de seu novo livro “A jaula de Aço - Max Weber e o Marxismo Weberiano”, a Carta Maior entrevistou Michel Lowy. O filósofo nos falou sobre as divergências e convergências entre o pensamento sociológico de Karl Marx e Max Weber, a ascensão da extrema direita na França, e as opções políticas da eleição brasileira.

Reportagem: André Cristi

Edição: Roberto Brilhante

Música: Bughici - Suit for violin, 8

domingo, 30 de agosto de 2015

Café Filosófico - Ética no cotidiano, com Mario Sérgio Cortella e Clóvis...





Publicado em 7 de set de 2014
Se antes a ética era um campo de conhecimento de estudiosos e especialistas, como filósofos, médicos e advogados, atualmente esta palavra entrou no vocabulário do nosso cotidiano e invadiu os noticiários. será que as coisas que nos levam à indignação como a corrupção e a violência são mais frequentes nos dias atuais? ou: elas sempre existiram e nós é que ficamos mais exigentes em relação a boas regras de conduta para uma convivência em sociedade? o significado de ética sempre foi o mesmo ao longo da história? ela é um conceito universal? afinal, o que é ética? estas questões são discutidas pelos filósofos Clóvis de Barros Filho e Mario Sergio Cortella neste café filosófico. gravado em 29 de maio de 2014.
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sábado, 11 de julho de 2015

Education Tool: 'How To Learn About Srebrenica' - Galerija 11 / 07 / 95





Publicado em 10 de jul de 2015
PRODUCED BY:
Gallery 11 / 07 / 95, Culture of Remembrance

The first Memorial gallery in Bosnia and Herzegovina - exhibition place aiming to preserve the memory on Srebrenica tragedy and 8372 persons who tragically lost their lives during the genocide.

"The least we can do is learn from what had happened in Srebrenica, and transmit that knowledge to future generations.“
Tarik Samarah, the founder of the memorial Gallery.

www.galerija110795.ba
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''Srebrenica'' by Tarik Samarah





Publicado em 7 de jul de 2015
''Srebrenica'' by Tarik Samarah is one of the most valuable documentary-artistic testimonies to genocide which shows the crime through photographs without unnecessary emotions. As Miljenko Jergović wrote on April 10, 2015, the crime is shown ''in a distilled, laboratory clean way. It is unbearable to view them and inhumane not to view them... Samarah's images contain nothing sentimental, or comforting, there are no teary faces, human sorrow, people who are hoping and expecting salvation. Those photographs will not awaken the viewers' need to identify themselves with victims. They might first lead them to share responsibility with the perpetrators. Although he did not photograph them, they are nowhere to be seen, they left long ago, went into hiding, leaving behind them a destroyed world''.

Srebrenica Executions - Trnovo

Srebrenica Executions - Trnovo

Srebrenica: Bosnia marks 20 year massacre anniversary





Publicado em 11 de jul de 2015
A cemetery near Srebrenica in Bosnia was the focal point on Saturday of ceremonies marking the 20th anniversary of Europe's worst atrocity since World War Two.

Some 8,000 Muslim men and boys were killed by Bosnian Serb forces over five days in July 1995 amid the Balkan wars which saw the break-up of Yugoslavia.

They had sought shelter in Srebrenica, which was supposed to be a UN safe haven.

Tens of thousands of people have been gathering at the Potocari memorial cemetery in eastern Bosnia to …
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Bosnia remembers mass killings in Srebrenica







Publicado em 11 de jul de 2015
Crowds have gathered in the village of Potocari to remember the thousands of Muslim men and boys who were killed in the bloody climax to a three-and-a-half-year-long war in Bosnia in the early 90s.

The massacre brought the town of Srebrenica, where the Potocari memorial is situated, to international prominence.

Then protected by the United Nations, the municipality was overrun by Bosnian Serb fighters in July 1995. The invasion culminated in a mass killing which shocked the world.

==20 Years…
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Hundreds commemorate Srebrenica massacre victims in Serbia despite polic...





Publicado em 11 de jul de 2015
Hundreds of people defied a police ban Friday night to commemorate the anniversary of the 1995 Srebrenica massacre. Serbia's police feared there would be unrest at the event honouring the victims of the massacre. But no major incidents were reported.

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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Palestra: Confrontos Religiosos e Fundamentalismos - Leandro Karnal





Publicado em 19 de out de 2013
Sinopse:

A paz liberal que resultaria da globalização foi abalada por espetaculares atentados atribuídos ao fundamentalismo religioso. O mundo tecnológico do século XXI é abalado por movimentos em nome de Deus. O velho espírito de Cruzada e Guerra Santa, nunca apagado de fato, parece ser a marca de um novo tipo de conflito e uma nova estrutura de Guerra Fria que não mais opõe socialismo e capitalismo, mas os diversos credos e suas respectivas representações civilizacionais. Seriam, as expressões religiosas, conceitos porte-manteaux para encobrir outros conflitos? Quais os aspectos mais relevantes dos choques religiosos? Os choques do passado seriam muito distintos dos atuais? Quais são as possibilidades da convivência e do diálogo entre as religiões?

Leandro Karnal é doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (1994), atualmente é RDIDP da Universidade Estadual de Campinas. Suas áreas de interesse incluem os temas da Catequese, Representação e Conquista Espiritual.
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sábado, 9 de maio de 2015

A Alemanha Do Pós Guerra - Documentário - History





Publicado em 23 de nov de 2014

Generais em Guerra: Stalingrado







Enviado em 11 de mai de 2011
Natgeo - Parte Unica -- Visite meu Blog, onde postei centenas de documentários ONLINE e se puder ajude o Blog através dos Banner's Publicitários, e veja também os Canais do Francoorp no You Tube:

Para o Blog:

http://francoorp.blogspot.com/

No You Tube:

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E Visite ainda o meu BLOG, onde tem centenas de outros vídeos que eu não postei no YT, e estão ali para a visão online, certamente dividi as postagens para reduzir o risco de perder todos os documentários caso fechem o meu canal ou BLOG por problemas com os direitos autorais, estes problemas existem mesmo que seja esta distribuição que faço sem fins lucrativos e sejam também vídeos já publicados nos meios de difusão de massa, ou seja, são de domínio público, mas passiveis de problemas ! Certamente uma vez provado que os vídeos já foram publicados pelos seus proprietários ficará mais fácil mante-los disponíveis no YT e no BLOG.

E pra mim distribuir conhecimento para os humanos que não possibilidades econômicas é uma missão, e se eu encontrar um modo para faze-lo grátis, devo usa-lo, e pouco importa o enorme números de horas de minha vida que dedicarei para realizar esta missão!!

Os documentários que coloco em meu BLOG não serão colocados no You Tube e Vice-Versa. No BLOG tem muito mais que vídeos, tem textos interessantes sobre o nosso mundo contemporâneo em diversos assuntos atuais. Link vídeos:

http://francoorp.blogspot.com/

Lista de vídeo documentários também no Link:

http://francoorp.blogspot.com/p/outro...

Navegue no BLOG para encontrar matérias e noticias sobre o que você mais gosta, Vídeos, Geo-politica, Defesa, Sociedade, Ciência e Tecnológica, forças do Universo e avanço do Homem no Espaço, etc.

Valeu!!

FRANCOORP. - http://j-tv.me/jYlbUk

A Batalha de Berlim.





Publicado em 17 de fev de 2013
Colecção Battlefield -17 Batalha de Berlim
Em apenas duas semanas, num avanço avassalador, o Exército Vermelho conquistou a capital do Terceiro Reich, que nas palavras de Hitler duraria mais de mil anos, pondo fim à Segunda Guerra na Europa. Dali em diante, o mundo ficaria dividido entre dois blocos: o capitalista e o comunista.
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Doc: Arquitetura da Destruição (Architecture of Doom Nazism) [LEG]





Publicado em 2 de fev de 2013
Arquitetura da Destruição está consagrado internacionalmente como um dos melhores estudos já feitos sobre o nazismo no cinema. O filme de Peter Cohen lembra que chamar a Hitler de artista medíocre não elimina os estragos provocados pela sua estratégia de conquista universal. O veio artístico do arquiteto da destruição tinha grandes pretensões e queria dar uma dimensão absoluta à sua megalomania. Hitler queria ser o senhor do universo, sem descuidar de nenhum detalhe da coreografia que levava as massas à histeria coletiva a cada demonstração. O nazismo tinha como um dos seus princípios fundamentais a missão de embelezar o mundo. Nem que, para tanto, destruísse todo o mundo.

A Queda: As Últimas Horas de Hitler





Publicado em 24 de set de 2014
Der Untergang (no Brasil, A Queda: As Últimas Horas de Hitler) é um filme alemão de 2004, que mostra os últimos dez dias da vida de Adolf Hitler no Führerbunker em 1945.

O filme foi escrito por Bernd Eichinger, baseado nos livros escritos pelo historiador Joachim Fest, pela secretária pessoal de Hitler, Traudl Junge, por Gerhardt Boldt, Ernst Günther Schenck e Siegfried Knappe.

Direção: Oliver Hirschbiegel

Produção: Bernd Eichinger

Roteiro: Bernd Eichinger, Joachim Fest, Traudl Junge, Melissa Müller

Elenco: Bruno Ganz, Alexandra Maria Lara, Corinna Harfouch, Ulrich Matthes, Juliane Köhler, Thomas Kretschmann

Cinematografia: Rainer Klausmann

Edição: Hans Funck

Distribuição: Europa Filmes

quinta-feira, 7 de maio de 2015

primeira Guerra.Mundial o fim de uma era dublado





Publicado em 2 de mar de 2013
primeira Guerra.Mundial o fim de uma era dublado